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Oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio em debate

No âmbito do Projecto 'Oito Maneiras de Mudar o Mundo', financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros através do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e desenvolvido pela URB-África (Associação para a Cooperação e Desenvolvimento Urbano) e a U.C.C.L.A. (União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas), em parceria com o Departamento de Geografia da Universidade do Minho, irá realizar-se no próximo dia 11 de Março o Encontro 'Vamos contar até Oito - um Percurso de Educação para o Desenvolvimento'. Será em Guimarães, no Campus de Azurém da Universidade do Minho.
No evento estarão em debate os Oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, formulados através da Declaração do Milénio assinada pelos 189 Chefes de Estado que participaram na assembleia-Geral da ONU de 2000, e que abordam desde a fome e saúde à sustentabilidade ambiental e desenvolvimento.
A entrada é livre, mas limitada aos lugares disponíveis no local de realização do evento, sendo necessária inscrição prévia através do e-mail movimentomudaromundo@gmail.com.
Todas as informações relacionadas, incluindo o programa, estão disponíveis em http://vamoscontarateoito.blogspot.com/
Contactos

Universidade do Minho
Departamento de Geografia
Campus de Azurém
4800-058 Guimarães
Tel.: 253 510 560
Fax: 253 510 569

XVI Jornadas de Educação Ambiental

A Associação Portuguesa de Educação Ambiental (ASPEA) organiza nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro de 2009 as XVI Jornadas de Educação Ambiental. Irão realizar-se no Porto e são subordinadas à "Biosfera, espaço de aprendizagem".
Principais destinatários: Educadores/Professores de todas as áreas e níveis de ensino; estudantes universitários; técnicos de ambiente e saúde ambiental; técnicos de autarquias e associações de defesa do ambiente; intervenientes em programas de educação; ambiente; cidadania e sustentabilidade e representantes de empresas na área do ambiente.
Professores do Ensino Básico e Secundário e também Educadores de Infância têm acesso a acreditação com 0,6 créditos.
Local de realização das Jornadas: Centro de Apoio Social do Porto do IASFA.
Contactos ASPEA Lisboa - sede:
Tel.: 217 724 827
Fax: 217 724 828
Telem.: 917 878 100; 917 574 552
Contactos ASPEA Aveiro - delegação:
Tel./Fax: 234 371 139
Telem.: 916 635 638; 916 619 332

Protecção Civil em folhetos: Incêndios na Escola

Agora que o período de ocorrência de incêndios florestais já está a passar, tendo já a fase Charlie terminado a 15 de Setembro, começa um outro período: o escolar. O regresso às aulas dá-se ainda com temperaturas amenas, mas o frio começa a fazer-se sentir. As temperaturas vão baixando e vão-se ligando os aquecedores... cujo uso pode trazer alguns riscos. Apesar da melhoria progressiva nas instalações escolares que se têm vindo a efectuar nos últimos anos, ainda continuam a haver escolas com condições menos boas, e com sistemas de aquecimento menos indicados. Desde os aquecedores a gás aos braseiros ainda usados em muitos locais, principalmente em meios mais rurais, existem sempre fontes de ignição que podem dar início a um incêndio.
No folheto de sensibilização dedicado aos mais novos sobre Incêndios na Escola é exposto aquilo que se deve fazer, as atitudes a tomar quando soa um alarme, como proceder durante a evacuação e como sair do edifício. Aquilo que fazemos quando nos deparamos com fumo ou chamas é determinante para a minimização de consequências. Um conselho dado aos mais novos nesta 'versão júnior', e que poderá ser posto em prática pelos mais velhos, relaciona-se como que fazer se as nossas roupas forem atingidas por chamas. Nestas situações não se deve correr, devemos sim (1º) parar, (2º) deitar e (3º) rolar.

Folhetos divulgados anteriormente no
Registos Geográficos:
- Incêndios Florestais - autoprotecção;
- Incêndios na Floresta - Versão Júnior;
- Incêndios Florestais - prevenção;
- Espaços Públicos;
- Campo ou Montanha - Versão Júnior;
- Frio Intenso;
- Inundações - Versão Júnior;
- Inundações - Versão Sénior.

Cursos SIG na FLUP

Durante o ano lectivo que agora se inicia o Departamento de Geografia da Universidade do Porto vai prover um conjunto de cursos de Formação Contínua em Tecnologias de Informação Geográfica. Os cursos irão funcionar em horário laboral e são de conteúdos variados, que vão desde a iniciação à edição de dados e aplicabilidades dos SIG. São eles:
Calendário: de 3 a 18 de Outubro de 2008
Duração: 18h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 85€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 130€ para o público geral.
Mais detalhes: FCISIG
Calendário: de 22 de Outubro a 8 de Novembro de 2008
Duração: 27h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 125€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 190€ para o público geral.
Mais detalhes:
FCAEDE
Calendário: de 12 a 28 de Novembro de 2008
Duração: 28h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 130€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 195€ para o público geral.
Mais detalhes:
FCGEG
Calendário: de 14 a 29 de Novembro de 2008
Duração: 18h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 85€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 130€ para o público geral.
Mais detalhes:
FCSIGF
Calendário: de 27 de Fevereiro a 14 de Março de 2009
Duração: 18h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 85€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 130€ para o público geral.
Mais detalhes: FCTRC
Calendário: de 20 de Março a 4 de Abril de 2009
Duração: 27h presenciais em horário pós-laboral
Preços: 125€ para alunos, ex-alunos e funcionários da UP; 190€ para o público geral.
Mais detalhes:
FCAERT
Contactos:
Serviço de Gestão Académica - Sector de Formação Contínua - FLUP
Via Panorâmica, s/n
4150-564 Porto
Telefone: 226 077 152
E-mail:
gfec@letras.up.pt
Ver todos os cursos na
Página web de formação contínua da FLUP.

Curso de Formação Continua de Professores de Geografia

A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vai organizar duas edições do curso "O Norte de África: Realidades e Desafios", destinado a professores de Geografia do ensino básico e secundário. Estas edições do curso de formação contínua, que é acreditado pelo CCFC para progressão na carreira dos docentes do Grupo 420, têm início a 17 de Julho e 1 de Setembro.
Inscrições:
E-mail: mesteves@fl.ul.pt (M. Helena Esteves)
Fax: 217 960 063 (dirigido a Helena Esteves, Departamento de Geografia)
Preços:
- Professores de Geografia: 100€
- Orientadores de Estágio: 20€
- Ex-orientadores/Colaboradores: 40€
Ver aqui os objectivos, conteúdos e outras informações.

O Ensino da Geografia nos anos 20

O ensino da Geografia, tal como o das outras ciências, tem evoluído ao longo dos anos. Em Portugal são dadas algumas noções ao longo do ensino básico, mas (pelo menos até há bem pouco tempo) só a partir do 7º ano de escolaridade é que é leccionada uma disciplina exclusivamente dedicada à Geografia. Os conteúdos abordados não foram sempre os mesmos, e para ilustrar isso mesmo serão publicados aqui, no Registos Geográficos, uma série de artigos onde se falará dos conteúdos dos manuais escolares de Geografia dos anos 20.
Este primeiro artigo refere-se à Primeira Parte, destinada à I e II classe dos liceus de então, da sétima edição do manual do "Curso de Geografia Física e Política", editado em Coimbra por Fortunato de Almeida em 1920.

Capa do livro 'Curso de Geografia Física e Política' de 1920
No Cap. I do manual fala-se da posição relativa dos logares e da Orientação, dando-se a noção do que é o horizonte visual, a superfície horizontal e da vertical dum logar. Logo no início é-nos explicado que a Posição Relativa de Lugares é a simples 'posição dum logar com referência a outro' e ainda nos são explicadas as formas de determinarmos os quatro pontos cardeais. Com os pontos cardeais torna-se mais fácil a indicação da posição relativa de dois lugares, pois é consensual que, segundo o exemplo dado, Aveiro está ao Norte de Coimbra. Factos como este, devido à sua simplicidade, passam-nos despercebidos, mas já na altura havia a preocupação de incutir conceitos precisos, de forma a eliminar equívocos. No manual são definidos os quatro pontos cardeais e é referido o nome dos intermédios destes: os pontos colaterais. O final deste capítulo prende-se com questões de orientação, que pode ser feita através do sol, pelo relógio e pela bússola.
Sabendo como identificar os lugares relativamente uns aos outros, o Cap. II é dedicado à 'Representação dos Objectos - Plantas Topográficas'. As condições essenciais à representação dos objectos são as medições e a escala, que nos permite transportar para o papel as medições efectuadas no terreno. Para realizar um projecto de um edifício também são necessárias medições e a sua transportação para o papel, mas o que distingue as Cartas Topográficas é que estas têm 'por objectivo a representação gráfica de certa extensão de terreno'. O seu nome resulta de este tipo de plantas obedecerem às regras da Topografia. 'Topografia é a parte da geografia que tem por fim representar gráficamente os acidentes, posição e grandezas relativas dum logar ou duma pequena parte da superfície da terra.'
O Capítulo III refere-se às Formas gerais da superfície da terra e será falado no próximo artigo. No entanto, aqui fica a Planta da Cidade de Coimbra que está incluída no mesmo... Se o ensino da geografia evoluiu, o que dizer da cidade de Coimbra?...

V Seminário Nacional da Associação de Professores de Geografia

A Associação de Professores de Geografia organiza nos próximos dias 11 e 12 de Abril o seu V Seminário Nacional. Este seminário versa sobre a temática "Geografia, avaliação e práticas", e o seu programa, ainda provisório, está disponível na página da associação dedicada ao evento.
Informação enviada por Nadir Ribeiro